MST: mais uma ação além do lamentável
A invasão do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra - MST a uma fazenda produtiva do interior de São Paulo, onde destruíram sete mil pés de laranja, só confirma a visão particularmente tendenciosa e prejudicial deste movimento ao interesses maiores do povo brasileiro. Nunca fui contrário à reforma agrária, e a própria Constituição da República reconhece a necessidade socioeconômica de distribuição das terras improdutivas em favor daqueles que não têm terra. Agora, se a terra é produtiva não há como justificar legalmente uma invasão. No caso referido, segundo consta, é uma propriedade legalizada, que paga impostos e ainda gera empregos. Ou seja, é uma propriedade particular, protegida pela Constituição. O MST está se pondo claramente à margem da Lei e da Justiça para – relegando seu suposto objetivo inicial de incentivar a reforma agrária – adentrar pela criminalidade. As ações desse movimento são o terrorismo e a guerrilha levados para o campo. A violência predomina no comportamento de seus representantes, dos quais deveríamos esperar um mínimo de consenso e entendimento. O pior disso tudo é o comportamento do Governo brasileiro que, longe de garantir o direito dos investidores e dos proprietários rurais, tem sido ambíguo, tolerante e conivente com a baderna promovida pelo MST. Ao invés de premiar esses manifestantes com prisão, processo e cadeia, nossos governantes fazem vista grossa e ainda favorecem o movimento com o financiamento público, distribuindo cestas básicas, patrocinando a realização de seminários, etc. Temos que fazer valer o preceito da Constituição da República, promovendo a reforma agrária justa e economicamente benéfica, mas sem a interferência de grupos armados e delinqüentes, como o MST.
Escrito por Zé Santana às 17h02
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Discurso otimista não funciona na prática
Ainda sobre a Olimpíada de 2016 no Rio. Em seu programa de rádio da última segunda-feira, o presidente Lula afirmou que o país não precisa se preocupar com quanto irá gastar com a Olimpíada, e assim com quanto irá ganhar com a realização do evento. É um discurso bastante otimista, mas que infelizmente não funciona na prática. Primeiro, porque nenhum governo sério investe em alguma coisa sem se preocupar com o seu orçamento. Segundo, se o Brasil não souber planejar e os seus gastos saírem do seu controle, irá fracassar com o compromisso assumido. Isso significaria o fim do reconhecimento internacional dado ao nosso país. Lembrando que, só conseguimos firmar nossa economia como consistente e confiável perante o mundo quando otimizamos nossos gastos e contas públicas.
Escrito por Zé Santana às 14h45
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Uma grande vitória para nosso país
Com a escolha do Rio de Janeiro para sediar a Olimpíada de 2016, o Brasil provou ao mundo que sua economia é forte e consistente. Nosso país trocou a instabilidade e a falta de recursos por uma posição invejável perante o mundo globalizado devido ao seu potencial de mercado e capacidade produtiva. Somos o primeiro país da América do Sul a sediar uma Olimpíada. Isso é a concretização de um grande sonho, que certamente trará significativos benefícios para o povo brasileiro. Os seis anos de preparação para o evento irão acelerar ainda mais a nossa economia. Será uma grande soma de investimentos que contemplará as principais áreas, como transporte, segurança pública, turismo, meio ambiente e saúde. Na área da educação, acredito que o espírito olímpico será peça fundamental para transformar o esporte no caminho para a inclusão social. Certamente, teremos muito trabalho pela frente. Agora vem a grande responsabilidade do país em se preparar adequadamente para que a Olimpíada de 2016 seja um sucesso.
Escrito por Zé Santana às 11h00
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